Arquivos para posts com tag: aparições de poetas

“this is my body, this is my software”

ORLAN

Imagem

Manifiesto del Arte Carnal
Definición: el Arte Carnal es un trabajo de autorretrato en un sentido clásico, pero con medios tecnológicos que son propios de su tiempo. Oscila entre la desfiguración y la refiguración.
Ateísmo: ¡Aclaremos, el Arte Carnal no es heredero de la tradición cristiana contra la que lucha! Agujerea su negación del “cuerpo-placer” y pone al desnudo sus lugares de derrumbamiento frente a los descubrimientos científicos. El Arte Carnal no es automutilación. El Arte Carnal transforma al cuerpo en lenguaje e invierte el principio cristiano del verbo que se hace carne en beneficio de la carne que se hace verbo. El Arte Carnal juzga anacrónico y ridículo el famoso “parirás con dolor”; como Artaud, desea terminar con el juicio de Dios; hoy día tenemos la peridural, y múltiples anestésicos y analgésicos. ¡Viva la morfina! ¡Abajo el dolor! Parir con sufrimiento es ridículo.
Percepción: De ahora en adelante puedo ver mi propio cuerpo abierto sin sufrir. Puedo verme hasta el fondo de las entrañas, un nuevo estadío del espejo. “Puedo ver el corazón de mi amante y su diseño espléndido no tiene nada que ver con los rebuscados simbolismos dibujados habitualmente”. “Mi amor, amo tu hígado, adoro tu páncreas, y el diseño de tu fémur me excita”. Libertad: El Arte Carnal afirma la libertad individual del artista y en ese sentido lucha también contra los aprioris, contra los dictámenes; por eso se inscribe en lo social, en lo mediático.
Enfoque: El Arte Carnal no está contra la cirugía estética, pero sí contra los estándares que ella vehiculiza y que se inscriben particularmente en las carnes femeninas, aunque también en las masculinas. El Arte Carnal es feminista, y eso es necesario. El Arte Carnal se interesa también por la tecnología de punta de la medicina y de la biología que ponen en cuestión el status del cuerpo y plantean problemas éticos.
Estilo: El Arte Carnal ama la extravagancia y la parodia, lo grotesco y los estilos dejados de lado, porque el Arte Carnal se opone a las presiones sociales que se ejercen tanto sobre el cuerpo humano como sobre el cuerpo de las obras de arte.
El Arte Carnal es anti-formalista y anti-conformista.

ImagemImagem

“Bernart de Ventadorn era de Limousin, do Castelo de Ventadorn, e era de pobre linhagem, filho de um servente do castelo que tinha o ofício de padeiro e acendia o forno para cozer o pão; e ele era belo e destro e soube cantar e trova bem e era cortês e educado; e o Visconde, seu senhor, de Ventadorn se tomou de afeição por ele e por seu trovar e o cobriu de honras; e o Visconde tinha uma mulher, mui gentil dama e alegre, e ela se tomou de afeição pelas canções de Bernart e se enamorou dele e ele dela, tanto que fez canções e versos sobre ela e sobre o amor que sentia; longo tempo duraram os seus amores antes que o Visconde se apercebesse; e quando o Visconde se apercebeu, afastou-se dele e fez encerrar e guardar muito bem a mulher, e a mulher se despediu de Bernart, que partiu para bem longe daquele lugar; e ele partiu e foi para a terra da Duquesa de Normandia, que era jovem e de grande valor e digna de méritos e louvores; e as canções de Bernart agradaram-lhe muito e ela o recebeu e acolheu muito bem; longo tempo ele esteve em sua corte e se enamorou dela e ela dele e sobre isso fez muito boas canções; e estando com ela, o Rei da Inglaterra a tomou por mulher e a levou para a Inglaterra; e Bernart ficou, triste e cheio de dor; e se foi ao bom Conde Raimundo de Tolosa, e com ele ficou até que o conde morreu; e Bernart, por aquela dor, entrou para a Ordem de Dalon e lá definhou; e o conde Ebles de Ventadorn, filho da viscondessa que Bernart amou, contou-me a mim, Hugo de S. Circ, isso tudo que fiz escrever sobre Bernart.”

(Citado por Campos, Augusto. Verso, reverso, controverso. São Paulo: Perspectiva, 1978. 2. ed. Pp-80-81)

 

aparições de poetas, Browne, Shak, Thomas, Nicholas Greene, O. e sua vocação, volta aos cães, primeira menção a Milton, no café, até agora só homens, Pope, Swift, Addison, Johnson, Boswell, sra. Williams, menção a Shelleq, ironia que é veiculada qdo se explicita o caráter construído/literário da historiografia e das biografias, transformações sociais, Quixote, chegada de Isabel, mundo isabelino, primeiro poeta, a grande geada (Jaime), chuva (gótico?), (Carlos), imperialismo, monumentos em Londres, urbanização, salonières, nuvem, (Vitória), aliança, trem, livraria, luz, tecnologia has (??), metamorfoses/carreira, Ordem da Jarreteira, amor (varonil), grande sono, 30 anos, mobilização, festas, Constantinopla, Ordem do banho = duque, roubam coroa e jarra, cigana, matriz heterossexual, estou crescendo, roupas, casa, gravidez, fantasma, 1/11/1927, contemplação, solidão, amor, 3 virgens (…), o último capítulo tem uma unidade ppria, e o final é condizente com ele, carvalho (amarrou seu coração), O. p/ Eliz., livro, lareiras, paisagem, poema, poema, poema, poema, poema, poema, seg., figueira, maolína (?), figueira, ganso selvagem, sono, metáfora (bom p. comer), 3 filhos, fé – natureza, cristianismo, uma história da poesia, amores – russa andrógina = Sacha, 3 nobres, amores insípidos, Harriet Griselda, romena, travestida? (Nell Gwyn, flerte), adorado por mulheres e poetas, mulher e homem, grande dama, homem, Rosina Pepita, capitão, sumiram, Shelmerdine

isso serve para: cada coisa entre vírgulas tem referência de página, se alguém quiser. minha edição é da nova fronteira, mas é a mesma tradução do círculo (Cecília Meireles) e deve ter um esquema pra equiparar páginas.