Arquivos para posts com tag: Constantinopla

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ORLANDX[é uma palavra de terror, um grito de conquista, palavra chave, maldição bárbara, abre portais.
Os corpos se fundem e se organizam de uma terceira fórma, não passam por caminhos já percorridos, Orlandx encaixa e desencaixa-se, deita na relva, dança no caos, desorganiza o meu olhar – sumo aos olhos do voyeur, esfumaço o espaço. Truque de magia barata, sou um mágico de rodoviária. Dança cósmica de beberronas vulgares. Meu hálito te toca, te envolvo em minhas brumas, fundo toda a matéria. Uma das partes sumiu, escorreu pelas minhas mãos, diluiu-se no pó da criação. Cravo minha bandeira no flanco da terra. Pés ao alto serpenteando um play ground declaram: A cidade foi o presente que um amante milionário me deu!
Serpentes dormem na beira dos rios, sob pedras.]

Los Ciganos:http://losciganos.blogspot.com/2009_07_01_archive.html

artigo do professor Dimitri Fazito disponível em: http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0034-77012006000200007&script=sci_arttext

“Segundo Angus Fraser (1995), os ciganos teriam chegado a Constantinopla por volta do ano 1000 d.C., sendo chamados de adsincani, um grupo de mágicos e feiticeiros viajantes, “notórios pelas predições e feitiçaria” que praticavam. Mais tarde constata-se a utilização do termo grego atsínganoi ou atzínganoi, que denomina grupos de feiticeiros e “leitores da sorte” (fortune-telling). É importante destacar que estes últimos termos parecem ser uma corrupção lingüística do termo athínganoi, o nome de uma antiga seita herética grega (id., p. 46).”

“A história do nomadismo cigano parece mais uma história de terror, torturas e perseguições sofridas por esses grupos marginalizados, constantemente segregados e expulsos das terras por onde passam. Não surpreende um “sentimento inato” para a peregrinação e as andanças, a marca está no corpo. O problema talvez esteja em querer encontrar no nomadismo uma “condição essencial” para a construção da identidade cigana, legitimando essa crença por meio de um discurso científico (ciganologia) que possibilita a perpetuação de práticas discriminatórias e racistas.”

“Como afirma o intelectual e lingüista cigano Ian Hancock,

tem sido demonstrado que a mobilidade da população romani foi o resultado de circunstâncias históricas, que na maioria dos países não deixaram outra opção aos ciganos senão as torturas e mortes, forçando as famílias ciganas a se mobilizarem em um estilo de vida nômade [e, como se não bastasse], tal mobilidade foi [então] romantizada na ficção, tornando-se o aspecto principal do estereótipo cigano. (1987, p. 130)

Muitos ciganos, na maior parte das vezes, esforçar-se-ão para passar a imagem de um Melquíades, o cigano-eterno-viajante de Cem anos de solidão, de Gabriel García Marques, corpulento e bruto, mas livre, independente e destemido.”

Radical Faeries

Los miembros generalmente asumen la personificación de un hada, como una identidad auto-asumida. Idealizando la femineidad en un hombre gay. Para muchos el objetivo de personificar un ente etéreo que expresa identidad de género, de femenino a masculino y todos los puntos intermedios, es el camino para transcender los límites de la condición humana.

Los grupos de Radical Faeries varían mucho de un lugar a otro y a menudo se reúnen en comunas temporales por estaciones y periodos solares, especialmente los equinocios y lossolsticios. Entre sus costumbres suelen estar: hacer hincapié en la independencia personal enfocada a la vida en comunidad, la toma de decisiones consensuada, los círculos del corazón, la danza, el travestismo, los ritos neopaganos y prácticas mágicas.

En un principio el movimiento era exclusivamente para hombres gays aunque varias comunidades se han abierto a todos los géneros y orientaciones sexuales.

mais informações:  http://transecoqueer.wordpress.com/2010/08/31/quem-sao-os-radical-faeries/


‘Autorretrato’, 1926

En ninguno de los autorretratos de Claude Cahun hay una constancia explícita del sexo del modelo (Musée des Beaux-Arts de Nantes © RMN / Gérard Blot)

Ao ouvir o toque de trombeta o povo lançou um grande grito e a muralha da cidade veio abaixo; o povo subiu para a cidade, cada um à sua frente, e tomaram a cidade. Consagraram ao extermínio tudo o que havia na cidade: homens e mulheres, jovens e velhos, vacas, ovelhas e burros.
Passaram tudo ao fio da espada.

aparições de poetas, Browne, Shak, Thomas, Nicholas Greene, O. e sua vocação, volta aos cães, primeira menção a Milton, no café, até agora só homens, Pope, Swift, Addison, Johnson, Boswell, sra. Williams, menção a Shelleq, ironia que é veiculada qdo se explicita o caráter construído/literário da historiografia e das biografias, transformações sociais, Quixote, chegada de Isabel, mundo isabelino, primeiro poeta, a grande geada (Jaime), chuva (gótico?), (Carlos), imperialismo, monumentos em Londres, urbanização, salonières, nuvem, (Vitória), aliança, trem, livraria, luz, tecnologia has (??), metamorfoses/carreira, Ordem da Jarreteira, amor (varonil), grande sono, 30 anos, mobilização, festas, Constantinopla, Ordem do banho = duque, roubam coroa e jarra, cigana, matriz heterossexual, estou crescendo, roupas, casa, gravidez, fantasma, 1/11/1927, contemplação, solidão, amor, 3 virgens (…), o último capítulo tem uma unidade ppria, e o final é condizente com ele, carvalho (amarrou seu coração), O. p/ Eliz., livro, lareiras, paisagem, poema, poema, poema, poema, poema, poema, seg., figueira, maolína (?), figueira, ganso selvagem, sono, metáfora (bom p. comer), 3 filhos, fé – natureza, cristianismo, uma história da poesia, amores – russa andrógina = Sacha, 3 nobres, amores insípidos, Harriet Griselda, romena, travestida? (Nell Gwyn, flerte), adorado por mulheres e poetas, mulher e homem, grande dama, homem, Rosina Pepita, capitão, sumiram, Shelmerdine

isso serve para: cada coisa entre vírgulas tem referência de página, se alguém quiser. minha edição é da nova fronteira, mas é a mesma tradução do círculo (Cecília Meireles) e deve ter um esquema pra equiparar páginas.