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um parêntese porque xs heliogábalus que viram no fringe elizabeth está atrasada, da primeira campainha, se empenham agora em decorar esta música.

imagens da primeira mostra de processo

esta é a minha vitória

Foto: Paulo Scarpa

http://www.flickr.com/photos/pauloscarpa/sets/72157626235136583

muito útil para nós, trabalhadoras do intelecto. baixe clicando neste post.

 

Esta estabelecido entre nos que sua perna jamais sera tao agil sem o auxilio do meu musculo, que quando grudado a sua coxa, ja nao pertence mais a mim. Estou cedendo meu corpo ao seu auxilio porque a carne eh fraca e sua coroa, flacida e enferrujada. Os flancos debeis de seu braco rijo, galopam na minha coluna e eu sustento com graciosidade a tua nobre ossatura de ferro, eu me deleito e me aproveito do seu nome.

Sou seu cavalo erotico, sua escrava ignobil, sua ama leiteira, seu carrasco servil, e toda noite, eu me deito para te deitar. Vamos galopar nos bosques de arvores compradas e beber do leite extraido da cabra criada em laboratorio estrangeiro. Ofereco as minhas nadegas para o tapa do seu cetro, ofereco a minha pele para ser marcada, ofereco a minha boca para confeita-la, e depois come-la, como faz a grande plebe, devorando sua rainha, idolatrando o seu totem, sugando o leche royal. (As abelhas operarias, quando a rainha se torna infertil, copulam em um motim e a estragulam, substituindo por outra, mais jovem e de vulva mais macia. A organizacao da colmeia passa por rigidos padroes de hierarquia que se repetem a seculos, porque respeitam a sua bilogia de insetos).

Eu, inseto parasita, me ponho de joelhos e pes untados de farinha, e prometo que sua propriedade jamais sera invadida, e ainda posso te abanar em leques de avestruz enquanto observo o trono.

 

 

 

Carrasco erotico, Orlando Furioso.

Verdade, não saias da tua horrorosa caverna! Oculta-te mais profundamente, medonha Verdade! Pois tu ostentas à claridade brutal do sol coisas que mais valera não terem sido vistas nem feitas; tu descobres o vergonhoso; esclareces o obscuro. Oculta-te! Oculta-te! Oculta-te!

Woof, V. Orlando. Trad. Cecília Meireles. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1978. p. 75

aparições de poetas, Browne, Shak, Thomas, Nicholas Greene, O. e sua vocação, volta aos cães, primeira menção a Milton, no café, até agora só homens, Pope, Swift, Addison, Johnson, Boswell, sra. Williams, menção a Shelleq, ironia que é veiculada qdo se explicita o caráter construído/literário da historiografia e das biografias, transformações sociais, Quixote, chegada de Isabel, mundo isabelino, primeiro poeta, a grande geada (Jaime), chuva (gótico?), (Carlos), imperialismo, monumentos em Londres, urbanização, salonières, nuvem, (Vitória), aliança, trem, livraria, luz, tecnologia has (??), metamorfoses/carreira, Ordem da Jarreteira, amor (varonil), grande sono, 30 anos, mobilização, festas, Constantinopla, Ordem do banho = duque, roubam coroa e jarra, cigana, matriz heterossexual, estou crescendo, roupas, casa, gravidez, fantasma, 1/11/1927, contemplação, solidão, amor, 3 virgens (…), o último capítulo tem uma unidade ppria, e o final é condizente com ele, carvalho (amarrou seu coração), O. p/ Eliz., livro, lareiras, paisagem, poema, poema, poema, poema, poema, poema, seg., figueira, maolína (?), figueira, ganso selvagem, sono, metáfora (bom p. comer), 3 filhos, fé – natureza, cristianismo, uma história da poesia, amores – russa andrógina = Sacha, 3 nobres, amores insípidos, Harriet Griselda, romena, travestida? (Nell Gwyn, flerte), adorado por mulheres e poetas, mulher e homem, grande dama, homem, Rosina Pepita, capitão, sumiram, Shelmerdine

isso serve para: cada coisa entre vírgulas tem referência de página, se alguém quiser. minha edição é da nova fronteira, mas é a mesma tradução do círculo (Cecília Meireles) e deve ter um esquema pra equiparar páginas.